Com a tamanha incerteza desse segundo turno das eleições se aproximando, a crise do gigantesco banco Suíço, Credit Suisse e a persistência da guerra Russia x Ucrânia gerando alta volatilidade nos preços das commodities, é ESSENCIAL principalmente para nós, investidores brasileiros, saber como se proteger de toda essa confusão acontecendo no Brasil e nos mercados afora.
Então, antes de montar uma carteira, é necessário se dar conta de algumas premissas básicas sobre o mercado financeiro. Antes de mais nada, devemos saber, qual o OBJETIVO que queremos atingir com os investimentos. Este é o primeiro passo que deve se dar ao entrar nesse mundo, afinal, sem saber seu destino, qualquer caminho que seguir é “bom”. Por isso, ressalto logo no início deste artigo: SAIBA O SEU OBJETIVO, O QUE VOCÊ QUER CONQUISTAR? Dando este pontapé inicial, já se está a frente de diversos investidores que não sabem sequer onde querem chegar.
Outro ponto importantíssimo é que você tem de se conhecer, saber seu perfil de investidor, se você é mais ou menos averso a riscos, se você tem mais ou menos estômago para aguentar investimentos de alta volatilidade. Há diversos sites e testes, até mesmo corretoras que te indicam seu perfil de investidor.
Uma vez que se obtém esse “autoconhecimento financeiro”, devemos ser atenciosos a como correr menos riscos e ao mesmo tempo obter os mesmos retornos desejados, afinal, quem é que escolheria um investimento com risco de 70% e retorno de 15% a.a, quando se tem outro ativo que te entrega esse mesmo rendimento porém com um risco de 30%? Não saia deste artigo pensando que vou discorrer sobre modelos matemáticos complexos e etc. Não é nada disso, bom, pode até ser se você estiver disposto a sacrificar seu tempo e conhecer algumas teorias como a de Markowitz. Mas enfim, esse não é o ponto aqui. O objetivo é facilitar sua vida e maximizar os ganhos, por isso extraímos o que há de mais essencial e chegamos a uma relação de número de ativos e o risco total de uma carteira de investimentos:

Esta basicamente representa que, quanto maior for o número de ativos da sua carteira, menor o risco total da mesma. Porém quando se chega a certo ponto, o aumento do número de ativos não gera alteração quase que nenhuma com relação ao risco que se está correndo. Claro, que isso depende do quão volátil são os papéis que compõe seus investimentos, a porcentagem da carteira que cada um representa, etc. Mas o princípio mais importante a ser destacado aqui é: diversificação diminuí os riscos. Isso é uma verdade absoluta, independente de outros fatores alheios.
A partir dessa afirmação surgiram diversas estratégias e métodos de elaboração de carteiras de investimento ao longo do tempo, tais como a ARCA, que assim como a arca de Noé, pode te garantir mais proteção diante de dilúvios. A metodologia da ARCA, ensinada por Thiago Nigro busca dividir a carteira em 4 tipos de ativos: A (Ações brasileiras), R (Real estate, mercado imobiliário), C (Caixa), A (Ativos internacionais). A metodologia sugere que você divida igualitariamente esses setores, ou seja, cada um pode compor 25% do total da sua carteira, porém esta não é uma regra. O ideal para que essa estratégia desempenhe da melhor maneira possível, é a diversificação dentro dessas próprias divisões em setores, ou seja, não somente diversifique entre os setores mas diversifique dentro dos mesmos. Ou seja, dentro de ações brasileiras, compre por exemplo, petrolíferas, mineradoras, empresas de tecnologia, bancos, etc.
Caso queira se aprofundar mais na estratégia ARCA clique aqui!
Então, finalizando e reforçando a mensagem central deste 1° artigo da página, DIVERSIFIQUE, é desta maneira que você irá não somente se proteger de volatilidades mas também irá se expor a ganhos provavelmente maiores e mais estáveis ao longo dos anos! Obrigado por ler e se achar que este artigo te entregou de algum modo algum valor, compartilhe com um amigo!
Equipe Investi Art. 25 de Outubro de 2022.
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Esta publicação não é uma recomendação de investimento.
